Andei a vida inteira à procura de aprender a escrever para poder ser escritora. O que eu não tinha percebido, é que se nasce escritor, como se nasce pintor ou dançarino. O que falta é criar o espaço de criação, percebermos que a arte é uma necessidade vital, não um apêndice, uma atividade de lazer ou distração. Nasce-se artista e não podemos fugir dessa condição.

Para criar é preciso aceitar esta simples premissa.

Aqui vos deixo fragmentos desta vida de escritora.